Preservar informações referentes a um dos maiores artistas gaúchos de todos os tempos: Iberê Camargo. Com este intuito, a Fundação Iberê Camargo em conjunto com a MGS Imagem e Informação, estão digitalizando e microfilmando toda a documentação pessoal do artista. Através da digitalização será facilitado o acesso e a pesquisa de documentos. Com o uso da microfilmagem, será garantida a preservação dos documentos por período superior a 100 anos. O uso de uma mesma base de dados possibilitará vincular as imagens com os microfilmes, estabelecendo um arquivo remissivo.
Anualmente a MGS Imagem e Informação seleciona um projeto no qual são aportados recursos tecnológicos da empresa, sem custo algum para o projeto. Procura-se sempre preservar algum tipo de documentação importante, para que as próximas gerações tenham acesso a esta informação. Preservar os documentos é na verdade preservar a memória de um povo. Este ano o beneficiado desta iniciativa foi a fundação Iberê Camargo. Para Geraldo Streck, diretor presidente da MGS, “esta é a forma da MGS de agradecer a comunidade na qual estamos inseridos e demonstrar a nossa preocupação social.”
Sobre Iberê Camargo:
Artista de rigor e sensibilidade únicos, Iberê Camargo é um dos grandes nomes da arte do século XX. Autor de uma obra extensa, que inclui pinturas, desenhos, guaches e gravuras. Iberê nasceu em Restinga Seca, no interior do Rio Grande do Sul, em novembro de 1914. Reconhecido por seus carretéis, ciclistas e idiotas, o artista nunca se filiou a correntes ou movimentos. Desde a juventude, mostrou-se atraído por personalidades independentes, como Guignard e Goeldi. Na Europa, estudou com mestres como Giorgio de Chirico, Carlos Alberto Petrucci, Antônio Achille e André Lothe.
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